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.   Banco de Dados & GIS - Coletânea de Artigos
 
 
  1. Database concepts
  2. Conceituação dos Sistemas de Informação
  3. Bases de Dados Espaciais: Projeto, Formação, Manutenção, Aplicações
  4. Metadados para Descrição de Recursos de Informação Eletrônica: Utilização do Padrão Dublin Core
  5. Integração de Sistemas de Informação Geográfica e Ferramentas OLAP
  6. Projeto de Banco de Dados da Embrapa
  7. GIS : Definições e aplicações na logística
  8. Desenvolvimento do Sistema de Distritamento Georeferenciado da ECT
  9. Múltiplas Representações em Bancos de Dados Geográficos
  10. Base de dados gráficos para Sistemas de Informações Geográficas (SIG's)
  11. Formato de Dados - ASCII
  12. Banco de dados em SIG para ecologia aplicada: Exemplo do Cerrado Pé-de-Gigante, S.P.
  13. Banco de dados georreferenciados como suporte ao desenvolvimento municipal: aplicação ao Município de Silvânia-GO
  14. Banco de dados do pequeno produtor do Nordeste semi-árido
  15. Seleção de Dados para Cartas Cadastrais Urbanas
  16. Automação da Coleta de Dados em Campo
  17. Landsat7  aplicação
  18. Base de Dados para SIG ambiental
  19. Base de dados gráficos para Sistemas de Informações Geográficas (SIG's)
  20. Utilização de análises lógicas em pesquisa metalogenética via SIG
  21. Mapeamento de Esquemas Conceituais Definidos a partir de um Framework de Banco de Dados Geográficos para Esquemas Lógicos Baseados no Padrão SAIF
  22. Sistema de gerenciamento, documentação e apresentação para a base de dados geoambientais do Estado de São Paulo – IPT
  23. Funcionalidade da interface de entrada de dados do sistema de informações geo-referenciadas de solos
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 Metadados para Descrição de Recursos de Informação Eletrônica: Utilização do Padrão Dublin Core

Resumo
Este artigo aborda a necessidade de adoção de padrões de descrição de recursos de informação eletrônica, particularmente, no âmbito da Embrapa Informática Agropecuária. O Banco de Imagem - Rural Mídia é a experiência pioneira na Embrapa na adoção de uma metodologia de descrição padronizada de recursos de informação. O Rural Mídia foi desenvolvido utilizando o modelo Dublin Core para descrição de seu acervo, acrescido de pequenas adaptações introduzidas diante da necessidade de adequar-se a especificidades meramente institucionais. Este modelo de metadados baseado no Dublin Core, adaptado para o Banco de Imagem possui características que endossam a sua adoção, como a simplicidade na descrição dos recursos, entendimento semântico universal (dos elementos), escôpo internacional e extensibilidade (o que permite sua adaptação às necessidades adicionais de descrição).

Ao optar pelo uso do padrão Dublin Core a Embrapa Informática Agropecuária definiu uma metodologia para tratamento de quaisquer recursos eletrônicos de informação, sejam estes, recursos visuais ou outros tipos de documentos eletrônicos em seus variados formatos, com vistas a assegurar um padrão único de descrição. Os elementos de metadados que compõem a versão adaptada estão apresentados na forma de uma breve descrição, seguida de orientação de uso e de exemplos.

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 Integração de Sistemas de Informação Geográfica e Ferramentas OLAP

Integração de Sistemas de Informação Geográfica e Ferramentas OLAP
Ednilson Carlos Souza da Silva e Maria Luiza Machado Campos

Resumo
Sistemas de Informação Geográfica podem ser vistos como um tipo bastante particular de sistema de suporte à decisão, oferecendo mecanismos sofisticados para a manipulação e análise de dados georreferenciados. Outra linha de ferramentas voltadas para o suporte à decisão, as ferramentas OLAP (On-line Analytical Processing) são utilizadas para acesso e manipulação de grandes depósitos de dados no ambiente a que se convencionou chamar de Data Warehouse. Integrando informações provenientes de fontes diversas, estas ferramentas permitem análises estatísticas sofisticadas e simulação eficiente de novas associações entre os dados. Ao contrário dos SIGs, as ferramentas OLAP não vinculam a associação dos dados unicamente à dimensão geográfica, permitindo que outras dimensões sejam especificadas e utilizadas com igual peso nas análises. Este artigo analisa as semelhanças e diferenças existentes entre sistemas de informação geográfica e ferramentas OLAP, analisando as vantagens e a viabilidade da integração destas duas tecnologias.

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 Projeto Base de Dados da EMBRAPA

Resumo
A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) atua na geração, promoção e transferência de conhecimento e tecnologia para o desenvolvimento sustentável dos segmentos agropecuários, agroindustrial e florestal. Visando atender o projeto prioritário estabelecido pela diretoria executiva da EMBRAPA no ano de 1996, iniciou-se o esforço da construção e disponibilização de base de dados contendo parte destas informações existentes nas unidades descentralizadas da EMBRAPA, utilizando a internet. Tal ação foi coordenada e implementada pelo Centro Nacional de Pesquisa Tecnológica em Informática para a Agricultura (CNPTIA) em parceria com àquelas unidades. Este artigo descreve o processo de implementação deste projeto.

 

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  GIS : Definições e aplicações na logística

Resumo
Este artigo se propõe a abordar uma das tecnologias de informação que cada vez mais está ao alcance de pequenas, médias e grandes empresas brasileiras. Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG), ou GIS, do inglês Geographic Information Systems, têm apresentado um crescimento grande nos EUA, em torno de 20% ao ano. No Brasil, apesar de não existirem estatísticas específicas, alguns especialistas estimam que existe um crescimento na ordem de 30% ao ano.ao ano.

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 Desenvolvimento do Sistema de Distritamento Georeferenciado da ECT

Resumo
A Empresa Brasileira de Correios e Telegráfos - ECT a fim de controlar de forma automatizada o planejamento, cadastro e controle das atividades de distribuição de objetos postais em todo o Brasil, desenvolveu um Sistema de Distritamento Georeferenciado - SDGeo. O SDGeo objetiva otimizar o processamento do cálculo do efetivo e proporcionar a melhor definição do perfil da área de atuação de cada unidade distribuidora. A unidade distribuidora centraliza as atividades dos carteiros, sendo estes responsáveis pela distribuição dos objetos em áreas geográficas delimitadas chamadas de distritos. O SD Geo assiste os procedimentos de elaboração e acompanhamento dos projetos de distritamento em suas diversas fases: possibilita o cadastramento dos trechos de logradouros, CEPs, subsetores, distritos e planos de triagem existentes; permite o registro dos levantamentos de tráfego realizados; apóia as atividades de reformulação do distritamento existente assistindo, de forma interativa, a elaboração dos distritos em função de restrições de tempo e de localização geográfica; emite a documentação necessária para a implantação do plano de distritamento; e suporta as atividades de avaliação e acompanhamento do distritamento proposto através da emissão de relatórios. O trabalho descreve as etapas de elaboração e implantação deste sistema na ECT.

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  Múltiplas Representações em Bancos de Dados Geográficos

Resumo
Considerando os custos e o esforço envolvidos na construção de bancos de dados geográficos, é natural que se busque recursos para aumentar a utilidade dos GIS através do compartilhamento dos mesmos dados entre diversos grupos de usuários, cada qual com seu conjunto de aplicações. No entanto, muitas vezes aplicações distintas têm percepções distintas da realidade, e portanto trabalham com conjuntos diferentes de conceitos a respeito da mesma entidade geográfica. Estas diferenças muitas vezes implicam na necessidade de se contar com mais de uma representação para a mesma entidade. Assim, se diversas aplicações compartilham o mesmo banco de dados geográfico, o GIS deve assumir a responsabilidade de tornar disponíveis múltiplas representações das entidades geográficas, cada qual adequada a um grupo de aplicações. Cada uma destas representações precisa contar com os recursos, já razoavelmente disponíveis nos GIS atuais, de variação dos atributos de visualização gráfica (formas de apresentação visual: simbologia, cores, tipos de linhas, espessuras, padrões de preenchimento), para produzir os resultados desejados em tela e impressos. Este artigo apresenta uma análise do problema de representações múltiplas, indicando a necessidade deste recurso através de exemplos. São discutidas alternativas e indicados problemas potenciais para a implementação deste recurso em GIS.

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 Base de dados gráficos para Sistemas de Informações Geográficas (SIG's)

Resumo
Este artigo apresenta os aspectos técnicos e administrativos envolvidos no processo de construção das bases de dados gráficos - bases cartográficas para Sistemas de Informações Geográficas, visando sua aplicação no Cadastro Técnico Multifinalitário e, mais especificamente, considera os procedimentos técnicos requeridos para a produção de uma base de dados digitais com qualidade.

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 Formato de Dados - ASCII  - Formato para intercâmbio de dados geográficos

Resumo
Um dos fatores que reconhecidamente impede uma maior difusão da tecnologia de Geoprocessamento no Brasil é a falta de padrões nacionalmente estabelecidos para intercâmbio de dados geográficos. Num ambiente de sistemas heterogêneos, com dados espaciais provenientes de várias fontes e com diferentes formatos digitais, a conversão destes dados representa um custo apreciável (entre 60% e 80% do custo total) na implantação de SIGs em organizações.

Cientes destas necessidades, este trabalho descreve um formato simplificado para ser utilizado na conversão de dados geográficos, baseado em arquivos ASCII. A principal característica da proposta é ser simples, mas ainda assim permitir a inclusão dos diferentes tipos de dados presentes num SIG ( pontos 2D e 3D, linhas simples e linhas cotadas, centróides, tabelas de atributos).

A existência de uma ferramenta que possibilite integrar estes dados de diferentes formatos digitais, tende a contribuir muito para uma maior difusão da tecnologia de Geoprocessamento. Neste sentido o INPE deve colocar em breve à disposição da comunidade (sem custo), um aplicativo para conversão entre o formato proposto e diferentes alternativas do mercado: SPRING, DXF, ARC/INFO e TIFF. Este aplicativo, será denominado SpringBasic.

Este trabalho divide-se em quatro partes: na seção 2, apresentamos a metodologia utilizada para definir o formato ASCII/INPE; na seção 3, o formato é descrito informalmente através de exemplos. A seção 4 é um anexo, onde esta uma descrição detalhada do formato dos arquivos para cada entidade suportada pela proposta.

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   Banco de dados em SIG para ecologia aplicada: Exemplo do Cerrado Pé-de-Gigante, S.P.

Resumo
Foi criada uma base de dados digital para a Reserva de Cerrado Pé-de-Gigante (Santa Rita do Passa Quatro, S.P.), baseada na análise de imagens de satélite (LANDSAT-TM), em material cartográfico pré-existente e em intensivo trabalho de campo. A base de dados foi preparada num sistema de informação geográfica (SIG, IDRISI para Windows, versão 2.0), considerando o relevo, geologia e vegetação locais, além de perturbações ambientais antropogênicas localizadas. A metodologia baseou-se no cruzamento de informações espacializadas, através de cartografia computadorizada, gerando mapas temáticos: topografia, declividade, orientação de vertentes, geomorfologia, fisionomias de vegetação, principais trilhas e perturbações localizadas. Uma análise subsequente conferiu níveis de fragilidade ambiental à área. A base de dados gerada vem subsidiando diversos outros estudos na área, tais como o zoneamento ecológico da Reserva, inventários de flora e fauna, e uma classificação detalhada dos solos. O conjunto destes resultados permitirá a elaboração de um plano de manejo para a Reserva. Bases de dados em SIG, onde informações são agrupadas e espacializadas, vêm provando sua utilidade em trabalhos de ecologia aplicada.

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   Banco de dados georreferenciados como suporte ao desenvolvimento municipal: aplicação ao Município de Silvânia-GO

Resumo
O planejamento do desenvolvimento municipal envolve diversos setores da sociedade e necessita de instrumentos que agilizem ações de divulgação tecnológica e organizacional. Dados que possuem uma correspondência geográfica apresentam-se como uma interface que facilita a comunicação entre aqueles setores, que poderão controlar a informação relativa a uma localidade particular. Este princípio tem orientado a organização de um banco de dados georreferenciados para o município de Silvânia - GO, no âmbito de um projeto de suporte ao desenvolvimento baseado na agricultura familiar. Utilizando-se dos softwares MAPINFO e Foxpro, o banco de dados contém bases cartográficas e tabulares sobre solos, propriedades rurais, topografia, rede viária municipal, rede hidrográfica, escolas rurais e do setor urbano. O sistema permite consultas uni ou multitemáticas, segundo as necessidades específicas dos usuários. Implantado na Central das Associações dos Pequenos Agricultores, na Prefeitura Municipal, na Agência local do Banco Nacional da Agricultura Familiar - BNAF e na Embrapa, começa a constituir-se num instrumento importante de interação entre os vários agentes envolvidos nas ações do planejamento municipal.

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 Banco de dados do pequeno produtor do Nordeste semi-árido

Resumo
A caracterização do pequeno produtor nordestino, apoiados em um conhecimento científico sobre a realidade agrícola local, é fundamental para elaborar políticas de difusão de tecnologias, programas e projetos de desenvolvimento agrícola para o nordeste. Com base nos resultados de uma pesquisa, que tipifica os produtores da região, foi elaborado um banco de dados do pequeno produtor do nordeste semi-árido. O mesmo, permite identificar a estrutura social, estrutura de produção, composição do capital, entre outros fatores. Neste artigo é apresentada a metodologia de tipificação dos produtores, os conceitos e as ferramentas utilizados para disponibilização deste banco de dados na Internet.

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 Seleção de Dados para Cartas Cadastrais Urbanas

Resumo
Este artigo apresenta um modelo conceitual de dados para uma base cadastral urbana, cuja obtenção foi realizada a partir da análise das necessidades de alguns usuários dessas bases. Essa análise deu-se através da fase de seleção de dados, que pertence ao processo de abstração de informações do mundo real. A fase de seleção é inerente à finalidade do mapeamento cartográfico e condicionante dos elementos que serão representados, a escala da base cartográfica e as relações topológicas entre os elementos dessa base. A modelagem de dados considera as exigências de relacionamentos impostas pelos SIG, de modo a atender todos os seus requisitos de representação e análises. O modelo conceitual proposto, considerando a fase de seleção dos dados, é representado através de um diagrama Entidade-Relacionamento.

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 Automação da Coleta de Dados em Campo

Resumo
Este trabalho trata da automação da coleta de dados em campo, buscando dar uma visão do estado atual de desenvolvimento desta técnica. É feito um apanhado geral desde as primeiras tentativas de automação até a utilização de modernos computadores portáteis acoplados a diferentes equipamentos de campo, e também são apontados caminhos futuros para esta técnica.

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 Base de Dados para SIG ambiental


Resumo
O levantamento da degradação do meio ambiente tem levado a pesquisas de identificação e estudo dos problemas ambientais. Estes problemas geram profundas conseqüências sociais e econômicas em uma dada região. Na aquisição de dados ambientais leva-se em consideração a escala, o tipo de cobertura espacial, a implementação tecnológica, a abrangência dos dados que serão armazenados, e o suporte organizacional do uso de Bancos de Dados - BD. Os estudos ambientais necessitam que os dados espaciais sejam integrados em um único BD, sejam estes em formato vetorial ou raster. Para cada formato, os relacionamentos entre estes itens dos dados registrados devem ser usados para responder questões de natureza espacial ou não. Os dados de recursos naturais e ambientais geralmente são mapas topográficos, modelos digitais de terreno, mapas temáticos, fotografias aéreas e imagens de Sensoriamento Remoto. A partir dos dados disponíveis é possível elaborar mapas temáticos de interesse da área de estudo. Estes mapas reproduzidos em escala, constituem a síntese cartográfica do trabalho de recompilação, identificação, interpretação e análise dos diferentes dados coletados na área de estudo. Este trabalho mostra as bases de dados ambientais, e a apresentação destes resultados via WWW (World Wide Web).

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 Database concepts


Resumo
Talvez devessemos usar o acrônimo sIg, no lugar de SIG para Sistemas de Informações Geográficas. Estes são sistemas realmente de INFORMAÇÕES geográficas. É a informação que eles contêm que os torna tão valiosos.

A base de dados é muito importante porque a sua criação freqüentemente gastará três quartos do tempo e envolvendo esforços no desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas. Uma vez esta informação compilada por uma instituição, a base de dados pode ser mantida entre dez e cinqüenta anos. Por esta razão, atalhos não são recomendados.

É importante, entretanto, ver estas bases de dados SIG muito mais do que um simples depósito de informações. A base de dados é usada para abstrair tipos muito específicos de informações sobre realidade e organizar de certa maneira para que tornem-se úteis. A base de dados deve ser vista como um representação ou modelo desenvolvido do mundo para aplicações muito específicas.

Um das razões de existirem muitos sistemas (software e hardware) empregados para SIG, é porque cada sistema permite aos operadores representar e modelar certos tipos de fenômenos.

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  Base de dados gráficos para Sistemas de Informações Geográficas (SIG's)

Resumo
Este artigo apresenta os aspectos técnicos e administrativos envolvidos no processo de construção das bases de dados gráficos - bases cartográficas para Sistemas de Informações Geográficas, visando sua aplicação no Cadastro Técnico Multifinalitário e, mais especificamente, considera os procedimentos técnicos requeridos para a produção de uma base de dados digitais com qualidade.

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 Conceituação dos Sistemas de Informação

Resumo
"O conhecimento técnico é importante, mas não é o suficiente. Os mais bem sucedidos profissionais sabem como aplicar a tecnologia aos negócios". Por exemplo, no caso de redes locais, apesar de ser importante conhecer a norma IEEE 802.3, o essencial é saber como a rede local pode ser usada para que o grupo seja mais eficiente e efetivo.

Pessoas que podem identificar uma aplicação potencial e uma tecnologia e que então instigam a criação desta aplicação são raras e importantes. Estas pessoas não desenvolvem obrigatoriamente o sistema elas mesmas, ao invés disso, elas definem e administram o projeto no qual outros desenvolvem a aplicação.

O negócio deve ser colocado na frente da tecnologia. É muito tentador pegar uma tecnologia excitante e tentar achar uma aplicação para ela. Muito mais importante é começar pelos objetivos do negócio e trabalhar em direção da tecnologia necessária. Primeiro devemos nos indagar o que nós queremos fazer. Em seguida, devemos pensar como nós podemos fazê-lo? Finalmente, devemos pensar em como a tecnologia deve nos ajudar?

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 Utilização de análises lógicas em pesquisa metalogenética via SIG

Resumo
Para se efetuar análises metalogenéticas via Sistema de Informações Geográficas é necessário elaborar uma metodologia específica, dependendo do dado a ser tratado, o que por sua vez está vinculado aos modelos geológicos previstos. Além disso, devem ser levados em conta os erros propagados durante todo o processo e procurar uma forma de tratamento dos mesmos combinando incertezas. Para tanto, é necessário aplicar as ferramentas encontradas nas teorias booleana, fuzzy e bayesiana, o que muitas vezes são complementares.

20


 Mapeamento de Esquemas Conceituais Definidos a partir de um Framework de Banco de Dados Geográficos para Esquemas Lógicos Baseados no Padrão SAIF

Resumo
Atualmente, a literatura sobre banco de dados geográficos apresenta uma ampla e diversificada gama de modelos de dados conceituais. Porém, pouco se encontra sobre projeto lógico, que é a transformação do esquema conceitual para um esquema lógico. Desta forma, o objetivo da pesquisa é identificar um conjunto de regras básicas entre esquemas conceituais de banco de dados geográficos, baseados no framework conceitual denominado GeoFrame, e os modelos lógicos proprietários dos diversos SIG (Sistemas de Informação Geográfica) comerciais existentes. Este trabalho poderá contribuir para o desenvolvimento de ferramentas CASE específicas para o projeto de banco de dados geográficos.

21


 Bases de Dados Espaciais: Projeto, Formação, Manutenção, Aplicações

.Gilberto Camara - Coordenador em P&D em Geoprocessamento - INPE

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 Sistema de Gerenciamento, Documentação e Apresentação para a base de dados geoambientais do estado de São Paulo – IPT

Resumo
Este trabalho apresenta o sistema de gerenciamento da Base de Dados Geoambientais do Estado de São Paulo – IPT. Esta ferramenta, que possibilita organizar, modelar, documentar e visualizar toda a base de dados, se fundamenta em um projeto de interface que utiliza bibliotecas de objetos dos sistemas de SIG comerciais para o acesso aos mapas, e ODBC (Open Database Connectivity) para o acesso a dados alfanuméricos. O ambiente criado potencializa a interconectividade e a interoperabilidade entre sistemas de gerenciamento de banco de dados e os sistemas de SIG do mercado. Todas essas características são possibilitadas por uma interface otimizada através da qual tanto o usuário leigo quanto o especialista podem consultar toda a base de dados. Essa interface possibilita composição de mapas com quaisquer planos de informação espacial (mapa); escolha de dados tabulares (assuntos) para cada plano de informação; consultas dos dados tabulares a partir de qualquer variável; visualização de imagens e textos pelo assunto ativo, além de diversos tipos de interação mapa/tabela/mapa.

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 Funcionalidade da interface de entrada de dados do sistema de informações geo-referenciadas de solos

Resumo
O SISTEMA GEO-REFERENCIADO DE INFORMAÇÃO DE SOLOS (SIGSOLOS) é uma aplicação que objetiva organizar e sistematizar o gerenciamento da Informação de Solos do Brasil, através do emprego de Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD) para o tratamento dos dados alfanuméricos e Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para os dados espaciais. Este é um resumo do desenvolvimento feito na parte funcional da entrada de dados alfanuméricos do SIGSOLOS. Apresenta-se neste trabalho a filosofia da concepção do Sistema, a relação entre os modelos de Dados e Funções, implementação física da aplicação, características das janelas empregadas, elementos visuais empregados, navegação nas telas, etc. e conclusões.